Por: Raquel Mendes Gaudêncio
Um tema oportuno para refletirmos neste momento, encontra-se no oitavo capítulo do compêndio da Doutrina Social da Igreja: “A comunidade política, pessoa humana e povo”.
Somos pessoas dotadas de racionalidade, responsáveis por nossas escolhas e capazes de perseguirmos projetos que dão sentido à nossa vida, tanto no plano individual como no plano social. Utilizamos o discernimento nas escolhas a fim de que as mesmas não sejam egoístas, mas beneficiem toda a sociedade.
O plano social é uma dimensão essencial na qual a comunidade política está inserida. Ela existe para obter um fim comum: o crescimento em plenitude de cada um de seus membros, chamados a colaborar para a realização do bem comum de todos.
O povo não é uma massa inerte a ser manipulada e instrumentalizada, mas sim um conjunto de pessoas, que tem a possibilidade de formar a própria opinião a respeito da coisa pública e a liberdade de exprimir a própria sensibilidade política e de fazê-la valer em maneira consoante com o bem comum.
Estamos inseridos em uma sociedade, politicamente organizada, e somos responsáveis por eleger pessoas comprometidas com as necessidades de todos e inspiradas pelos ensinamentos da nossa fé cristã.

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