Ao recitar o Rosário todos os dias, crescemos na semelhança a Cristo: é o instrumento para encontrar refúgio e conforto, força e confiança para enfrentar e superar as dificuldades da vida.

O Rosário é composto por vinte “Mistérios” (eventos, momentos significativos) da vida de Jesus e de Maria, divididos depois da Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, em quatro Coroas.

A primeira Coroa compreende os Mistérios Gozosos, a segunda os Luminosos, a terceira os Dolorosos e a quarta os Gloriosos.

Dedicaremos um artigo para cada um dos Mistérios nas próximas edições da Revista, com trechos extraídos da Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, por São João Paulo II.

Os Mistérios Gozosos devem ser rezados às segundas-feiras e aos sábados.

“20. O primeiro ciclo, o dos “Mistérios Gozosos”, caracteriza-se de fato pela alegria que irradia do acontecimento da Encarnação. Isto é evidente desde a Anunciação, quando a saudação de Gabriel à Virgem de Nazaré se liga ao convite da alegria messiânica: «Alegra-te, Maria». Para este anúncio se encaminha a história da salvação, e até, de certo modo, a história do mundo.”

“Sob o signo da exultação, aparece depois a cena do encontro com Isabel, onde a mesma voz de Maria e a presença de Cristo no seu ventre fazem «saltar de alegria» João (cf. Lc 1, 44). Inundada de alegria é a cena de Belém, onde o nascimento do Deus-Menino, o Salvador do mundo, é cantado pelos anjos e anunciado aos pastores precisamente como «uma grande alegria» (Lc 2, 10).”

“A apresentação no templo, enquanto exprime a alegria da consagração e extasia o velho Simeão, registra também a profecia do «sinal de contradição» que o Menino será para Israel e da espada que traspassará a alma da Mãe (cf. Lc 2, 34-35). Gozoso e ao mesmo tempo dramático é também o episódio de Jesus, aos doze anos, no templo.”

Aprenda a rezar o Santo Rosário acessando o link:

Como rezar o Santo Rosário?