Foi em Antioquia, no século IV, que se iniciou a celebração para lembrar e honrar os Santos. No ano de 835 d.C., o Papa Gregório IV dedica o dia 1º de novembro a todos aqueles que tiveram uma vida santa, mas não foram lembrados ou reconhecidos oficialmente como santos pela igreja católica.
Nesse dia a Igreja rende homenagem à “multidão” de santos que povoam o Reino dos Céus, como São João descreve no Apocalipse: “Ouvi, então, o número dos assinalados: 144 mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel. Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão.” (Ap 7,4-14)
A Lumen Gentium do Vaticano II nos lembra que podemos contar com a intercessão dos Santos: “Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós junto ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por seguinte, pela fraterna solicitude deles, a nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio” (LG 49) (§956).
Tradicionalmente celebrado no dia 1 de novembro, neste ano a celebração de Todos os Santos será no domingo, dia 3.
Saiba mais: Solenidade de Todos os Santos – Vatican News
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