Por volta do ano 800 surgiu o “Saltério dos Leigos”: os monges rezavam os 150 salmos, e os leigos que não sabiam ler aprenderam a rezar 150 Pai-Nossos. Com o tempo se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.
Segundo a tradição, o Rosário como o conhecemos, foi revelado pela Virgem Maria, em 1214 a São Domingos de Gusmão: Ela o entregou como uma arma poderosa para a conversão dos pecadores. Desde então sua devoção se propagou rapidamente em todo o mundo com incríveis e milagrosos resultados. Inicialmente, ela era composta por três grupos: Mistérios Gozosos, Gloriosos e Dolorosos. Refletindo sobre os mistérios da vida de Cristo, o Papa São João Paulo II percebeu que faltavam alguns fatos importantes. Por isso, em 2002, na Rosarium Virginis Mariae (16 de outubro de 2002) | João Paulo II (vatican.va) , ele sugeriu a inclusão de mais cinco momentos vividos por Cristo, os Mistérios Luminosos.
Cada vez que rezamos uma Ave Maria lhe é entregue uma rosa e para cada Rosário completo lhe é entregue uma Coroa de Rosas. Enquanto se reza cada dezena, devemos meditar sobre o respectivo Mistério: os Gozosos às segundas-feiras e sábados, os Luminosos às quintas-feiras, os Dolorosos às terças e sextas-feiras e os Gloriosos às quartas-feitas e domingos.
Aprenda a rezar o Santo Rosário aqui:
Os Mistérios do Santo Rosário (vatican.va)
Acesse também:
Marialis Cultus (2 de fevereiro de 1974) | Paulo VI (vatican.va)

Nota
Crédito de imagem: Autor não localizado

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