Com sua presença ativa, acolhedora, missionária e generosa, Padre Boris Agustín Nef Ulloa deixa marcas na vida de todos os que o conhecem, fazendo parte de momentos importantes, alegres e difíceis. Eis que, com gratidão e alegria, celebramos o seu Jubileu de Prata – 25 Anos de Ordenação Presbiteral, neste 5 de Junho de 2024: a Celebração, a 8 de Junho, foi Presidida pelo Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, e contou com a presença de Dom Angelo Mezzari, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, de Sacerdotes vindos de várias partes do Brasil, bem como de amigos que acompanharam a vida e a carreira Sacerdotal de Padre Boris, e toda a comunidade da Paróquia Imaculada do Ipiranga. O momento foi marcado por muita emoção, carinho, gratidão, e se encerrou com uma festa comunitária, com música, dança e apresentação de vídeos. Mais do que contar sua trajetória pedimos aos amigos que compartilhassem as suas memórias. E a Pascom reuniu todos os depoimentos em um livro impresso com mais de 200 páginas e fotos, entregue ao querido Pe. Boris em comemoração por seu “sim”. Acompanhe um resumo a seguir:

Nascido em 15 de dezembro de 1966, em Concepción, Chile, sua vida no Brasil se inicia aos 9 anos de idade, quando vem para o Brasil com seus pais, Francisco e Elisabeth, suas irmãs Tatiana, Irmã Maria Ana de Jesus (Loreto) e seu irmão Omar.

Tendo uma educação firme na fé católica e sob orientação e exemplos de seus pais, Loreto e Boris respondem com o “Sim” ao chamado de suas vocações: ela, como Monja da Ordem das Carmelitas Descalças, atualmente em Missão no Carmelo na cidade de Tânger, no Norte da África; ele, recebendo sua ordenação Diaconal e em seguida, em 5 de junho de 1999, sua Ordenação Presbiteral, seguindo com a sua Missão Vocacional por vinte e cinco anos e que hoje temos a honra e o prazer de comemorar.

Sua família se ampliou e cada amigo é um irmão, ou filho, ou pai, e o amor que ele fomenta a quem tem o privilégio de conviver com essa pessoa tão especial multiplica o afeto e frutifica sua missão em Jesus. Hoje, além da brilhante trajetória acadêmica, é Pároco da Imaculada Conceição do Ipiranga, e a comunidade comemora esse Jubileu e reza por sua vida plena como Bom Pastor.

Sempre me chamou a atenção o amor que o Pe Boris tem e demonstra pelas religiosas e por todas as mulheres. Isto me leva a pensar em Jesus, o modo como Ele se relacionava com as mulheres em suas andanças pela Galileia.
Quando chegamos ao Brasil em 1976 nossos pais nos colocaram em Santo André na escola das Irmãs Salesianas, o Instituto Coração de Jesus. Lembro de uma imagem que ficou na memória: uma religiosa sempre caminhava conversando com o Boris que era um menino. Desde criança ele já gostava de partilhar e de ter amizade com as religiosas. E depois ao longo de todos os seus anos de presbítero percebi esse mesmo amor, respeito e amizade em relação às religiosas. Quantas vezes, eu o ouvi dizer, que é preciso colocar mulheres entre os formadores dos seminaristas, tantas vezes que a reflexão teológica precisa da visão e sensibilidade feminina… Como sua irmã e monja ao mesmo tempo, sempre senti a proximidade e o amor do Pe. Boris.
” Irmã Maria Ana de Jesus.

Foto cedida por familiar de Padre Boris Agustín Nef Ulloa

Minha família e eu conhecemos o jovem Boris desde que ele passou a residir, ainda antes da ordenação diaconal, na Paróquia Nossa Senhora do Bom Parto, no Tatuapé. Lembramo-nos de que muito rapidamente ele conquistou a todos pelo seu jeito alegre, espontâneo e descontraído de ser no trato com as pessoas e, ao mesmo tempo, pela maneira séria, zelosa e responsável como lidava com as coisas da Igreja. Além disso, sua consistente formação acadêmica e o seu gosto pelos estudos tornaram-no, desde cedo, um ótimo formador junto às equipes e pastorais (mais de trinta grupos) que havia na paróquia naquela época. Duas características marcantes de sua personalidade sempre foram a transparência e a sinceridade: gentil e generoso no elogio, mas capaz de advertir e corrigir fraternalmente quando necessário. Boris, alinhado ao pároco na ocasião, o Cônego Cesar Gobbo, por quem sempre demonstrou sincera amizade e profundo respeito, propôs, desenvolveu e acompanhou a realização de inúmeras atividades que dinamizaram e revitalizaram a ação pastoral assim como a própria comunidade. Sua ordenação presbiteral, presidida por Dom Cláudio Hummes, ocorreu na própria igreja matriz paroquial de Nossa Senhora do Bom Parto, que, naquele dia, ficou abarrotada de pessoas que vieram agradecer a Deus pela sua vocação, rezar por ele e cumprimentá-lo.“ Mario Angelo Braggio, Diácono Permanente – Arquidiocese de São Paulo.

Muito se tem a dizer desse homem que, por Amor à Cristo e Devoto de Nossa Senhora Imaculada Conceição, deixou sua terra natal e sua família para permanecer ao lado de seus irmãos e irmãs brasileiros: não apenas como pároco, Pastor que conduz suas ovelhas, mas também como Orientador de muitos jovens que atendem ao chamado da vocação sacerdotal. Sobre isso ele tem um grande exemplo para os jovens: ele mesmo, como costuma dizer, era muito inquieto e sempre gostou muito de festas, de dançar, de gargalhar; e, em sua adolescência, observando os padres na missa, chegava a sonhar e se “ver” ali, como padre, mas não sentia confiança para expressar essa vontade, pois achava que não seria aprovado. Aconteceu que, ainda na juventude, ele participou de um retiro, e nesse retiro, tendo feito a confissão, ele ainda tinha vontade de falar. O padre, percebendo que ele não tinha acabado, perguntou-lhe “Você tem mais alguma coisa?” E, tomando coragem, ele contou ao padre algo que nunca havia dito a ninguém: do seu desejo em ser padre. Abrindo o seu coração ele lhe contou que nunca havia tentado a Vocacional pois achava que ele não serviria por gostar de festa e de dançar, achava que era pecado. O padre o confortou e disse-lhe que isso não era pecado, e, muito pelo contrário, o padre tem que ser feliz, contente junto ao povo, sendo o Ministro de Deus. A “nuvem” da dúvida se dissipou, e ele seguiu com o desejo que sentia no coração.


O serviço presbiteral na Igreja é um estar à disposição da Igreja no Corpo de Cristo, ou seja, nas pessoas do povo de Deus: as pessoas que precisam.” Padre Boris 

Sua Ordenação Presbiteral acontece na Paróquia de Nossa Senhora do Bom Parto, em São Paulo, presidida por Dom Cláudio Hummes, sendo acolhido por todo o clero. Durante os estudos em Roma ele se encontra com São João Paulo II; tempos depois com o Papa Bento XVI por ocasião da missa de posse do Santo Padre. Retornando ao Brasil ele trabalhou com a evangelização de moradores na periferia, sempre muito atento ao sofrimento da vida difícil de muitas famílias. Ativo até hoje, não só abraçando e doando todo o seu amor fraternal aos seus paroquianos, aos seus colegas de sacerdócio, aos seus alunos, Padre Boris também tem se doado junto aos voluntários da Missão Noturna, uma atividade Missionária iniciada em Julho de 2023 junto ao Vigário, hoje Pároco, Padre Rodrigo Thomaz, e atualmente com o Vigário Padre Ediclei Costa da Silva; que assiste às pessoas sofredoras em situação de rua durante as segundas e às quartas pelo bairro do Ipiranga, levando, presencialmente, alimento, roupas, água, praticando a caridade da escuta; rezando, abençoando e evangelizando aos que assim recebem a Palavra de Cristo. 

Em 3 de abril de 2016 o cardeal Dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano, às 18h30, presidiu a Solene Celebração Eucarística do Jubileu de Ouro da Paróquia Imaculada Conceição do Ipiranga. A celebração foi acompanhada por Pe. Boris Nef Ulloa, pároco, Pe. Israel Mendes, Vigário, Pe. Cícero França, Reitor do Seminário Arquidiocesano Bom Pastor, e demais sacerdotes e diáconos. Nessa ocasião foi criado o “Projeto Jubileu de Ouro” que consistiu em um censo on-line onde os paroquianos avaliaram a situação da paróquia e sugeriram atividades e projetos, que foram classificados em oito campos pastorais: Comunicação; Família; Juventude; Adolescência; Infraestrutura e Captação de Recursos; Liturgia e Cantos; Festas e Eventos; Caridade e Missão; Formação Permanente e Iniciação Cristã. Tendo concluído 73% das propostas no prazo estipulado, e o restante em andamento, o então pároco, Padre Boris, foi outorgado com a “Medalha São Paulo”, que reconhece a “Inovação na Metodologia Pastoral”. 

Em suas palavras, ser Padre: “é transmitir o perdão de Deus que vem por meio da Igreja. Quando a gente dá a absolvição, é gerar os filhos para a Igreja. Quando a gente batiza, é ser testemunha de que Deus santifica a vida de família, a vida matrimonial. Quando a gente assiste o matrimônio, então os sacramentos, a Eucaristia, você ser as mãos e a boca de Cristo, para que o pão e o vinho sejam consagrados, se tornem alimento para a Igreja, para o povo, para as pessoas que precisam. Como eu também preciso do corpo, Sangue de Cristo, da Palavra. Então, ser padre é servir os outros e isso a gente experimenta no dia a dia, se colocando a serviço dos outros. O padre não é ordenado para si. Ele é ordenado para os outros, ser presença de Deus na vida dos outros é o que dá sentido à vocação. Se tem uma convicção dentro de mim é a de que Deus é fiel e que Ele cumpre as Suas Promessas.

Conheci meu querido amigo Boris um pouco antes de sua Ordenação Presbiteral. Neste momento nós éramos professores de espanhol em um instituto de idiomas e dávamos aula todas as semanas. Para mim, até então, era um jovem professor chileno, assim como eu e os alunos o adoravam. Não era para menos, já que ele se destacava por ser muito simpático, alegre e cativante, e nós os professores nos divertíamos muito com suas piadas e energia positiva. Até que um dia perguntei para ele onde morava e ele me respondeu que morava num seminário, não acreditei, achei que era mais uma de suas brincadeiras. E então ele me contou de seus planos e que logo seria sua ordenação e que ele iria me convidar para participar de sua ordenação, confesso que fiquei um pouco desconfiada e fiquei muito surpresa e feliz quando recebi o convite. Aceitei na hora e fui com meu marido à ordenação, fiquei muito surpresa e impressionada diante de uma cerimônia especial e emocionante que eu nunca tinha imaginado participar até então. Passou 1 ano e fui convidada a outra cerimônia onde Boris foi nomeado Padre, outra belíssima e emocionante cerimônia, desde então estamos sempre conectados e juntos com minha família acompanhamos sua caminhada que tem sido desafiante, bela e com grande sucesso. Por tudo isso pelo que virá, agradeço a Deus por permitir que nossas histórias se cruzassem e que possamos seguir conectados.” Yeiby Pizarro

Naquele dia, acordei com borboletas na barriga… finalmente chegou! A ordenação do Boris… era tanta gente, tantos amigos, tanta organização… e começa a música: 

“Llévame donde los hombres

Necesiten Tus palabras

Necesiten Tus ganas de vivir

Donde falte la esperanza

Donde falte la alegría

Simplemente

Por no saber de ti”

Alma Misionera 

Dom Cláudio a postos, uma fila de padres, e entra ele… de PONCHO! As minhas borboletas corriam no estômago… Ai Boris, você só me apronta! Mas é meu irmão… O Boris é meu irmão que ganhei grande… quando a Tati, sua irmã de sangue mais nova, foi embora de vez para o Chile me chamou: “Marcela, quero falar com você. A partir de agora, você cuida do Boris, você é a irmã que ele terá aqui no Brasil”. Na hora fiquei impactada, como assim? Irmã?! Bom, Deus sabe para quem pede… e levei isso muito a sério. Tantos e tantos anos, chorando junto, rindo muito juntos e, sobretudo, rezando juntos, um pelo outro, e nós dois por alguém. Eu não lembro algum momento de verdade importante na minha vida que o Boris não tenha estado… ” Marcela Porcelli

“Que fatos salientar nesses 25 anos de vida presbiteral, dos quais eu acompanhei, de perto e de longe – por ocasião de sua ida à Roma para o doutorado – quase que a totalidade? São 24 anos de amizade e cumplicidade no trabalho pastoral e acadêmico. Além de sua mística, seriedade e aplicação no que faz, inteligência, perspicácia e fala franca, salpicadas de certa impetuosidade no falar que, não fossem as qualidades anteriores, poderiam ferir até mesmo os que lhe são próximos, gostaria de sublinhar o riso. Sim, em nossa convivência, as cenas que guardo com mais carinho são os nossos almoços na casa paroquial da Igreja São Paulo Apóstolo, no Belém, temperados pelo riso. Ali, eu o recebi como vigário paroquial para que finalizasse o seu mestrado. Foram três anos de convivência fraterna que selaram nossa irmandade. Sim, nos consideramos irmãos e temos um pelo outro um carinho que transcende nossas diferenças e nos une no mesmo propósito, que é o seguimento de Jesus, caminho de vida e verdade (Jo, 14, 6). O riso nos acompanhava nas refeições preparadas com carinho pela Francisquinha, cozinheira nordestina que nos tratava como filhos e que, conosco, partilhava a mesa. Ríamos de tudo, até mesmo das “desgraças” que nos acometiam e que fazem parte dos pecados do Santo Povo de Deus. Ríamos das alegrias provocadas pelas conquistas, mas sobretudo ao tratar das fragilidades, dos outros e nossas também. Isso tornava a vida mais leve, mais colorida, livre de ressentimentos e nos fazia olhar para o futuro com mais esperança, deixando atrás os pecados que eram tratados com cuidado na confissão. Nesses 25 anos, agradeço à Trindade o irmão que a vocação presbiteral me deu. Parabéns, Boris, e obrigado pelo seu “Sim, com a graça de Deus”. Pe Edelcio Ottaviani 

Eu poderia contar muitas histórias vividas com o Pe. Boris, desde quando eu era seu aluno na graduação de teologia, até os últimos dois anos que tivemos a feliz oportunidade de compartilhar a missão na querida Paróquia Imaculada Conceição. Eu aprendi com Jesus que o amor é sempre um movimento de saída, que nos leva ao encontro do outro. De tantos modos este movimento acontece, e nem sempre faz barulho. Ele acontece na simplicidade dos gestos, nos pequenos sacrifícios diários para que o outro seja promovido, cuidado e amado. E eu sou grato porque posso testemunhar que seu coração tem se configurado, sempre um pouquinho mais, ao Coração de Jesus. Meu querido amigo, parabéns pelos seus 25 Anos de Ordenação Presbiteral!” Padre Rodrigo Thomaz

Era o ano de 2008 quando tive o privilégio de conhecer Pe. Boris como professor. A empatia de minha parte foi imediata, com o tempo e a convivência cresceu o sentimento de admiração, apreço pela dedicação e sabedoria. Seu modo único e original de falar com franqueza e sinceridade de questões delicadas revelavam uma pessoa sensível aos sinais dos tempos e comprometida com a verdade. Para mim Padre Boris foi sempre um estímulo, tanto na dimensão humana, espiritual quanto na dimensão intelectual. Na defesa da minha dissertação de mestrado, estava certa de que concluiria o percurso e seguiria para Honduras, onde uma missão junto aos migrantes me aguardava. Durante a discussão da dissertação, em um dado momento, um “Espírito” se apoderou de Pe. Boris e ele fez um discurso tão eloquente que mudou a mente da minha superiora e o rumo da minha vida. Quando acabou a discussão a superiora me chamou e disse: “Elizangela temos que pensar melhor sobre a sua missão.  Diante do exposto por Pe. Boris, penso que você deveria prosseguir os estudos e seguir com o doutorado”. De verdade, com sinceridade, não encontro palavras para exprimir o carinho que tenho por ti e por teu ministério, te carrego no coração com muita gratidão e desejo que muitas pessoas possam fazer a experiência da sua amizade. Sob ótica scalabriniana não poderia deixar de ver no senhor um modelo de migrante, que deixou a sua pátria, a casa paterna, para contribuir para o bem e o desenvolvimento do país que te acolhe. Obrigada por esses 25 anos de vida doada a serviço da formação dos novos sacerdotes, missionários e missionárias e leigos e leigas da nossa Igreja. Obrigada por ser Padre e Pastor, por carregar em ti o perfume das ovelhas. Que Deus continue a abençoar e frutificar o teu ministério por muito mais anos e que você tenha muitos motivos para dizer ‘oh! Feliz Culpa’. Com carinho e gratidão.” Ir. Elizangela Chaves Dias, mscs

Queridos irmãos, aqui é Padre Israel da Paróquia Santa Paulina no Heliópolis, eu tive a alegria de trabalhar por três anos com Padre Boris. E foram três anos onde eu pude aprender muito com a vida dele, com testemunho. Ele não é só uma pessoa que diz palavras bonitas mas sobretudo ele vive aquilo que ele diz, então ele é muito coerente. E depois, tive a alegria de conviver com ele, mesmo que por pouco tempo, colaborando aqui na Paróquia Santa Paulina como Vigário e para mim foi uma experiência maravilhosa. Um grande abraço ao povo querido da Paróquia Imaculada Conceição, vocês são privilegiados de ter como pároco, como padre de vocês, o Padre Boris. Deus abençoe a todos, um beijo nos vossos corações.” Padre Israel

Caro pe. Boris, sou grato a Deus por estar compartilhando o ministério pastoral com você e estar aprendendo de sua experiência de pastor e de sua fraternidade. Obrigado pela sua acolhida, pelo seu testemunho e pelo seu sim a Deus, renovado a cada dia! Conte comigo nesse caminho que agora estamos trilhando juntos, em vista do bem das ovelhas dessa parcela do Ipiranga que nos foram confiadas. Em Cristo,” Pe. Ediclei.

Agradecemos as dezenas de depoimentos recebidos e desejamos ao nosso querido Padre Boris pelo menos mais 25 anos de jornada de fé e realizações em sua missão. Obrigado pelo seu “Sim”. 

Breve Cronologia Histórica
25 anos de vida Presbiteral na Arquidiocese de São Paulo
Padre Boris Nef Ulloa

15/08/1998 – Ordenação diaconal – Paróquia Nossa Senhora do Bom Parto,Tatuapé / SP. Colaborador Pastoral na mesma paróquia

05/06/1999 – Ordenação presbiteral – Paróquia Nossa Senhora do Bom Parto, Tatuapé /SP

1999-2000 – Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora do Bom Parto

2001 – Vigário Paroquial na Paróquia São Paulo Apóstolo do Belém, São Paulo / SP

2002 – Administrador paroquial na Paróquia São Paulo Apóstolo do Belém, São Paulo / SP

Em fevereiro de 2002 – Defesa do Mestrado em Teologia (Concentração em Estudos Bíblicos) na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção

Em março de 2002 – Como Mestre em Teologia começou a lecionar no Curso de Graduação em Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção

2003 – Paróquia São Mateus Apóstolo, São Paulo / SP

28/08/2003 – Vivência no Pontifício Colégio Pio Brasileiro, Roma / Itália

Outubro/2003 a Maio/2008 – Estudo e Pesquisa de Doutorado em Teologia Bíblica na Pontifícia Universidade Gregoriana (PUG) de Roma

Durante os anos que estudou em Roma, trabalhou pastoralmente na Diocese de Roma (Capelão no Collegio Virginia Bracelli); Colaborador Pastoral na Paróquia de Santo Urbano na diocese de Terni-Narni-Amélia (Região da Umbria); Colaborador na Paróquia San Leonardo, Malgrate, Diocese de Milano (Região da Lombardia)

30/05/2008 – Defesa da Tese Doutoral na PUGregoriana;

25/06/2008 – Retorno ao Brasil com o Título de Doutor em Teologia Bíblica pela PUG

A partir de agosto de 2008 retornou a lecionar Teologia Bíblica na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção – PUCSP

De agosto de 2008 a Dezembro de 2013 trabalhou como Vigário Paroquial nas Paróquias da Região Episcopal Belém, Arquidiocese de São Paulo (Paróquia Santíssima Trindade, Paróquia Imaculada Conceição do Sapopemba e Paróquia Santo André Apóstolo)

Agosto de 2009 a Julho de 2013 – Coordenador de Graduação do Curso de Bacharelado em Teologia da PUCSP.

Agosto de 2013 a Julho de 2015 – Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Teologia da PUCSP

06/02/2014 a 04/08/2018 – Pároco da Paróquia Imaculada Conceição do Ipiranga, região Episcopal Ipiranga, Arquidiocese de São Paulo

27/02/1018 – Assume como Diretor da faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção da PUCSP (2018-2021)

11/08/2018 a 04/04/2020 – Vigário Paroquial na Paróquia Santa Paulina, Heliópolis, São Paulo / SP

04/2020 a 03/2021 – Administrador Paroquial da Paróquia Imaculada Conceição do Ipiranga, São Paulo / SP

03/2021 em diante – Pároco da Paroquial da Paróquia Imaculada Conceição do Ipiranga

02/2022 em diante – Assume o segundo mandato como Diretor da Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção da PUCSP (2022-2025)

Nota

Créditos de Imagem e Fotos da Celebração: Pascom Imaculada